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GUIdance 2019 - 7 a 17 fevereiro

A 9ª edição do GUIdance - Festival Internacional de Dança Contemporânea de Guimarães, realiza-se de 7 a 17 de fevereiro, com 11 espetáculos, 8 estreias, masterclasses, encontros nas escolas, oficinas, conferências e debates.
O festival inicia a 7 de fevereiro, às 21h30, com o “Drama” , no Centro Cultural Vila Flor (CCVF) em estreia pela mão de Victor Hugo Pontes, que prolonga, nesta nova criação, o trabalho laboratorial de procura de uma nova linguagem artística, situada algures entre a palavra e o movimento.
O segundo dia abre com “No Fim era o Frio”, igualmente às 21h30, na Black Box da Fábrica ASA, que resulta de um desafio lançado pelo GUIdance à banda Mão Morta e à coreógrafa Inês Jacques para, em conjunto, desenvolverem um projeto inédito.

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No dia 9 de fevereiro, o festival vai passar pelo Pequeno Auditório do CCVF (11h00 e 15h00), Black Box do Centro Internacional das Artes José de Guimarães (18h30) e Grande Auditório do CCVF (21h30), com “Um Ponto que Dança”, espetáculo-oficina dirigido aos mais novos, de Sara Anjo, a partir do livro com o mesmo nome que a artista escreveu, com ilustrações de Martina Manyà.
A segunda ronda de espetáculos abre a 13 de fevereiro, com uma peça de Victor Hugo Pontes, “Fuga sem Fim”, estreado em novembro de 2011, no CCVF, regressa agora numa remontagem encomendada pelo GUIdance 2019.
Às 21h30 do dia 14 de fevereiro, nova estreia absoluta, desta vez protagonizada pela Útero. O espetáculo “Fraternidade I + II”, da autoria de Miguel Moreira, é um díptico dividido por um intervalo.
No dia seguinte, à mesma hora, Jonas&Lander (Jonas Lopes e Lander Patrick) viajam até à Black Box da Fábrica ASA para revelar o seu “Lento e Largo”, um trabalho fabricado no Centro de Criação de Candoso, local onde decidiram aventurar-se no passado mês de novembro para uma residência artística.
No dia de encerramento do GUIdance 2019, o festival volta a fazer uma dança a três passos, percorrendo três dos palcos pisados nesta edição. Às 11h00 e às 15h00, é tempo de navegar pelo “Oceano” criado por Ainhoa Vidal no Pequeno Auditório do CCVF. A poesia que se pode imaginar a partir dos animais e plantas que se encontram no fundo do mar é a matéria a partir do qual se constrói “Oceano”, espetáculo para fazer sonhar crianças dos 6 meses aos 2 anos. Ao final da tarde, pelas 18h30, a peça “Dos Suicidados – O Vício de Humilhar a Imortalidade” de Joana von Mayer Trindade & Hugo Calhim Cristovão estreia-se na Black Box do CIAJG.
O festival fecha o programa de espetáculos em grande forma com a Michael Clark Company a apresentar “to a simple, rock ‘n’ roll… song.” pela primeira vez em Portugal, a partir das 21h30, no Grande Auditório do Centro Cultural Vila Flor.

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