SECÇÃO: Região

Capivara Azul Lab tem candidaturas abertas até 8 de Fevereiro. Primeiro projecto escolhido será apresentado em Março.
Capivara Azul abre espaços para artistas experimentarem

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Chamam-lhe “tubo de ensaio” e é a partir dessa imagem que foi criado o Capivara Azul Lab – Laboratório de Experimentação Artística, um novo projecto da associação cultural sediada em Guimarães. Através dele, criadores das diferentes disciplinas artísticas – da poesia ao teatro, passando pela música, as artes digitais ou a dança, por exemplo – vão poder apresentar os seus projectos artísticos em fase de construção.
A Capivara Azul lançou uma convocatória, aberta a todos os artistas do país, que se prolonga até 8 de Fevereiro. Durante esse período, poderão ser apresentados à associação projectos artísticos que estejam em fase de construção. O Capivara Azul Lab – Laboratório de Experimentação Artística criará depois as condições técnicas e logísticas para que esse projecto possa ser apresentado publicamente em Guimarães.
A ideia é que por aqui passem projectos artísticos em fase adiantada de gestação, mas que ainda não estejam concluídos. Ou seja, não será um espetáculo acabado. O Laboratório de Experimentação Artística será um momento de partilha de uma nova criação com o público, prevendo-se depois a possibilidade de momentos de feedback entre os espectadores e os criadores.
O Capivara Azul Lab teve uma edição “zero” em Março do ano passado, com a ante-estreia do projecto INSANUS – entretanto rebaptizado Pata Física – que junta o actor Nuno Preto e o músico Samuel Martins Coelho, num cruzamento entre a spoken word e a música eletrónica. Além da convocatória agora lançada – e cujo projecto escolhido será apresentado em Março – a Capivara Azul vai lançar mais duas convocatórias ao longo de 2019. Este projecto tem o apoio do Município de Guimarães, através do regulamento de apoio às actividades culturais.

Sobre a organização
Capivara Azul – Associação Cultural. Fundada em 2017, em Guimarães, tem uma ainda curta mas diversa actividade cultural, de onde se destacam o projecto MODS Collective, assente no cruzamento entre a música e a imagem em movimento, que se apresentou na Braga Noite Branca 2017, Valletta 2018 – Capital Europeia da Cultura e Festival Paredes de Coura 2018. Encomendou o concerto para órgão ibérico Música Mágica, apresentado em 2018 e promove também o ciclo de programação regular de música EGO, em Guimarães, através do qual já levou à cidade bandas como Grandfather’s House, Fugly, Baleia Baleia Baleia, entre outros, bem como projectos dos EUA, Brasil, Espanha e Itália.

Samuel Silva

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