Arquivo: Edição de 11-10-2013

SECÇÃO: Generalidades

Opiniões que Valem
Quem disse? (60)

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Poucos homens existem – mulheres menos - que não considerem um filho seu como um admirável dom da natureza. E se a criança adoece, o amor dos pais aumenta; se a criança é feia, o instinto cega os olhos dos pais e fá-los acharem-na bonita. Interessante! É que “Deus permite a doença, mas dá o remédio”.

A moral mudou como nuvens batidas de vento. Castidade e modéstia, que impeliam o homem em estado de amor a heróicos afazeres, dando-lhe duplicação de forças, caiu em desconceito, depois que as mulheres banalizaram os seus encantos a ponto de a curiosidade não mais conduzir ao casamento.

Mostrem-me o que Maomé trouxe de novo e encontrarão apenas coisas más e desumanas, como a sua ordem para espalhar através da espada, a fé.

A família tem sido o veículo dos costumes e das artes, das tradições e da moral. As crianças não respeitam leis nem convenções, mas a família – os pais, irmãos e parentes – à força de mimos e de palmadinhas, transformam esses individulistazinhos em seres sociais.

No mundo moderno e/ou industrializado, a castidade, que era virtude, passou a motivo de zombaria; o pudor, que fazia a beleza ainda mais bela, desapareceu; a experiência sexual antes do casamento tornou-se vulgar. O homem vangloria-se dos seus defeitos e a mulher reclama um padrão de vida único para ambos os sexos, no qual lhe seja permitido um rosário de aventuras.

O nosso Domingo não é mais um “Sabat” antigo, dia de repouso e oração, mas o dia dos divertimentos e do gozo. Isto mostra como a nossa moral está alterada.

Quando rapazes e raparigas bem abastecidos de dinheiro descobriram que a religião contrariava os seus prazeres, começaram a pedir à ciência e a certas filosofias mil razões para afastar a religião.

O silêncio é a única resposta que devemos dar aos tolos. Porque onde a ignorância fala, a inteligência não dá palpites.

As nuvens são como os políticos: quando desaparecem o dia fica lindo. Perante tal sentir, reconheço que quando morre, morre comigo uma certa maneira de ver.

Os espelhos servem para se ver os rostos; a arte serve para se ver as almas.
Mas não esqueças nunca de que a grande e verdadeira obra de arte é apenas uma sombra da perfeição divina.

Pode-se enganar a muitos por algum tempo; pode-se mesmo enganar alguns por muito tempo, mas não se pode enganar a todos por todo o tempo.

Não ames pela beleza, pois um dia acaba. Não ames por admiração, pois um dia ficarás decepcionado. Ama apenas porque o tempo nunca pode acabar com um amor sem explicação.

Artur Soares
(soaresas@sapo.pt)

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