Arquivo: Edição de 26-04-2013

SECÇÃO: Informação Religiosa

Ordenações de Diáconos

A culminar a 50.ª Semana de Oração pelas Vocações – As Vocações sinal de esperança fundada na fé – no passado dia 21 de abril, a Igreja arquidiocesana de Braga viveu um grande dia.
D. Jorge Ortiga, arcebispo primaz, presidiu à ordenação de sete novos diáconos para o serviço pastoral na arquidiocese; quatro que se preparam para o sacramento da ordem e 3 para o diaconado permanente.
Concelebraram o bispo auxiliar de Braga, D. Manuel Linda e largas dezenas de sacerdotes diocesanos e religiosos.

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A grande alegria é partilhada pelo arciprestado de Guimarães-Vizela com a ordenação dos jovens Adão Ricardo Pereira Almeida, de Guardizela, José Pedro Oliveira Novais, de Silvares e Nuno Jorge Monteiro de Castro, da paróquia de Tagilde.
A cripta do Sameiro acolheu os milhares de participantes que quiseram testemunhar e associar-se à alegria dos novos diáconos.
D. Jorge salientou a vivência do Ano da Fé e o que esta implica no cumprimento da vocação de cada um e referiu que “ Empenhados em renovar a Igreja, teremos de renovar as paróquias e fazer com que elas sejam geradoras de vocações, favorecendo e privilegiando espaços de oração e de diálogo, para que a vida comunitária cresça na atenção às dimensões profundas da fé e à consciência duma vida como serviço.”
O arcebispo primaz alertou para a centralidade do serviço pastoral, apontando a diaconia que deve ser uma atitude de vida de todos os cristãos. Dirigindo-se especialmente aos quatro diáconos que irão ser ordenados presbíteros e para os diáconos que permanecerão como testemunho duma diaconia que deve ser de todos, relembrou as palavras do papa emérito Bento XVI, na mensagem para o Dia Mundial das Vocações deste ano: “Na realidade, os presbíteros e os religiosos são chamados a entregar-se de forma incondicional ao povo de Deus, num serviço de amor ao Evangelho e à Igreja, num serviço àquela esperança firme que só a abertura ao horizonte de Deus pode realizar”.
De olhos em vós, quero propor a toda a comunidade arquidiocesana esta aventura do serviço generoso e desinteressado. Quero propor “com coragem evangélica a beleza do serviço a Deus, à comunidade cristã, aos irmãos”. É esta Igreja que deveremos sonhar, projetar e interpretar: partir do amor que Deus colocou no nosso coração e fazer com que Ele chegue a todos os âmbitos da vida, com uma opção consciente pelos mais pobres e, particularmente, pelas causas que geram a pobreza. Poderemos não ter dinheiro ou coisas materiais para oferecer. Mas em nome da fé, que professamos em Jesus Cristo, estamos com os mais carenciados e sabemos que dar as mãos ajuda a acreditar numa vida com futuro.

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