Arquivo: Edição de 22-02-2013

SECÇÃO: Informação Religiosa

De mãos renovadas

Paróquia de Nossa Senhora da Oliveira e Junta de Núcleo de Guimarães do CNE

Depois do dia 19 de abril de 2011 se ter tornado uma data memorável para a Junta de Núcleo de Guimarães do Corpo Nacional de Escutas (CNE), pois os escuteiros de Guimarães passaram a dispor de um espaço excelente para as suas atividades num local aprazível da Montanha da Penha, eis que, a propósito de uma candidatura a um programa nacional do Instituto Português da Juventude, o CNE e a Paróquia da Oliveira voltam a dar as mãos.
Assim, a 25 de janeiro último, dia de S. Paulo, o chefe de Núcleo José Miguel Salgado, com o Assistente de Núcleo, Rev. Pe. Samuel Vilas Boas, o chefe de Núcleo adjunto, José Alexandre Novais e o secretário para o património, Miguel Silva Araújo, tendo o acolhimento franco e aberto por parte do Mons. José Maria Lima de Carvalho, presidente do Conselho Económico da Fábrica da Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Oliveira estendem o protocolo de 30 para 50 anos. Desta forma, os escuteiros continuarão a gerir e utilizar a quinta de Santa Catarina, onde, desde os anos sessenta, funciona o designado Campo de Férias João Paulo Mexia.

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Assim, cumpridos todos os procedimentos legais, civis e canónicos, exigíveis, foi retificada a escritura pública de doação do direito de superfície para o prazo de 50 anos, renovável por iguais períodos de tempo, à Junta de Núcleo de Guimarães do Corpo Nacional de Escutas.
Este Núcleo, distribuído por 56 agrupamentos ativos de outras tantas freguesias/paróquias de Guimarães e Vizela, dentro dos quais resultam mais de 200 unidades (secções) com um efetivo total médio, nos últimos 10 anos, de 4000 escuteiros vê desfeitas muitas limitações e constrangimentos para um dos aspetos fundamentais no escutismo: as atividades ao ar livre (acampamentos).
Mantém-se também acordado que o serviço que o Campo de Férias João Paulo Mexia vem prestando a alguns grupos e paróquias tem e continuará a ter “uma taxa de ocupação mais intensa e, por conseguinte, servir muito mais as crianças e os jovens, as famílias, os grupos e movimentos, a comunidade, acentuando assim a sua função social”. Do lado das partes intervenientes, designadamente da arquidiocese e da paróquia de Nossa Senhora da Oliveira, ficou o sentimento de uma avaliação muito positiva destes primeiros 21 meses de protocolo e de se ter realizado um ótimo “investimento” que vai, todo ele, permitir boas condições para a formação da juventude.

A Junta do Núcleo

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