Arquivo: Edição de 08-02-2013

SECÇÃO: Generalidades

Opiniões que Valem
Quem disse? (51)

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Não há pior negócio do que ceder sabedoria a quem só pode pagar com ignorância ou indiferença.

Se não quiseres ser esquecido após a morte, escreve coisas de interesse e com valor, ou faz coisas que justifiquem recordar-te, escrevendo-as.

Um livro é um mundo que fala, um surdo que responde, um cego que guia e um morto que vive. Logo, um livro mau é assassino da inteligência e do coração.

A vida não dá nem empresta; não se comove nem se apieda. Tudo quanto ela faz é Contribuir e Transferir aquilo que nós lhe oferecemos.

A mentira destrói a união, resfria a caridade. A verdade nem sempre agrada a todos os ouvidos. Mas o inteligente ou o justo, terão de ter coragem de apresentá-la quer ela seja deleitável quer não.

Evangelizar é antes de mais, anunciar Jesus Cristo ao mundo de maneira explícita, e comprometer-se na construção de um mundo fiel ao Evangelho de Cristo. Logo, temos duas dimensões: o anúncio e o compromisso.

Queixar-se da escassez do tempo disponível para a oração é, em geral, uma falsa desculpa para justificar o “eu” pela sua negligência, descuido e indiferença no seu estar perante Deus.

Quanto mais vou avançando na idade, tanto mais me convenço que no Tomismo reside o porvir das inteligências católicas; o Tomismo as valorizará e lhes facultará o adaptarem-se a este tempo.

Para a renovação cristã do mundo não é necessário andar à procura de novos princípios. Já foram ensinados por Cristo. O que é preciso é dar-lhes realização concreta.

A juventude não é período da vida. É estado de espírito, efeito da vontade, qualidade da imaginação, intensidade emotiva, vitória da coragem sobre a timidez, do gosto pela aventura sobre o amor do conforto.

Ao fechares a porta atrás de ti para orar, tens que te considerar como morto para o mundo da carne e colocado perante Deus, para beneficiares da Sua providência e para invocares a Sua misericórdia.

Senhor! Ajuda-me a dizer a verdade diante dos fortes e a não dizer mentiras para ganhar o aplauso dos débeis.

Entre os anos de 611 a 614, “porque os bispos não descansavam”, reuniram-se 42 concílios na Gália. Além disso, como o estado não se preocupava em absoluto com a assistência e a instrução, é sob a sombra da Igreja que se encontravam todos os fracos, todos aqueles que sofriam com a crueldade da época.

Artur Soares
(soaresas@sapo.pt)

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