Arquivo: Edição de 29-06-2012
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SECÇÃO: Região |
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24 de junho de 2012 Guimarães encontrou o seu desígnio e está a percorrer o seu caminho, fazendo um percurso que deve servir de exemplo. Recuperou de forma modelar o seu centro histórico e, agora, com a transformação do antigo Mercado Municipal nesta Plataforma das Artes e da Criatividade, dá novas mostras da sua vitalidade e do seu espírito inovador. O Coro de Guimarães sob a regência de Dulce Rodrigues, encerrou em beleza aquela primeira parte da sessão solene interpretando Ai Flores de Verde Pinho, do padre Miguel Carneiro e Và, Pensiero, de Giuseppe Verdi. Seguiu-se a abertura da exposição “Para além da História”, no Centro Internacional de Artes José de Guimarães – mostra permanente das coleções de arte pré-colombiana, arte tribal e arte arqueológica chinesa, coleções que José de Guimarães vem constituindo há cinquenta anos. A Plataforma das Artes e da Criatividade é um projeto infra-estrutural de transformação do antigo mercado de Guimarães num espaço multifuncional, dedicado à atividade artística, cultural e económico-social. O novo equipamento acolhe o Centro de Arte com uma exposição permanente do artista vimaranense José de Guimarães; os Ateliers Emergentes de Apoio à Criatividade – espaços de trabalho vocacionados para jovens criadores e os Laboratórios Criativos – gabinetes de apoio empresarial destinados ao acolhimento e instalação de atividades relacionadas com as indústrias criativas. O dia 24 de junho inaugurou, ainda, um novo ciclo de programação de Guimarães 2012: Tempo para Sentir que abriu naquela noite com um espetáculo de rua – entre o Paço dos Duques de Bragança e o Castelo , com os La Fura del Baus e o Centro de Criação de Teatro e artes de Rua (CCTAR). |
