Arquivo: Edição de 25-02-2011

SECÇÃO: Informação Religiosa

O Padre Peres R.R.

em festa
A Comunidade dos Religiosos Redentoristas em Guimarães viveu, no passado dia 13 de Fevereiro, uma data assinalável: o Padre José Maria Peres da Rocha completou sessenta anos de sacerdócio; foi a celebração das suas bodas de diamante.
A assembleia de fiéis, que habitualmente se reune às 18,30 horas para celebrar a Eucaristia, tornou-se mais numerosa pela presença de muitos amigos vindos de fora e de alguns sacerdotes, dezassete, que atempadamente tiveram conhecimento da venturosa efeméride.

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O Padre Leonel de Oliveira encarregou-se da saudação inicial definindo, desde logo, a consubstanciação do louvor e acção de graças, que a Eucaristia é por natureza, com a memória do percurso da vida sacerdotal do Padre Peres, Superior da Comunidade. A fidelidade à missão, o labor e o ardor no exercício do seu ministério atingiram tal dimensão que justamente merece ser assinalada e enaltecida.
Ditoso o que anda na lei do Senhor (Sl 118), refrão do salmo responsorial repetido pela assembleia, foi uma bela fórmula para aferir a especificidade celebrativa do momento.
De facto os breves traços de vida que o padre Peres deixou, à homilia, manifestaram a necessidade de cantar e louvar sempre ao Senhor pelas maravilhas que Ele fez por si. Para quantos testemunharam e partilharam a festa, que aquele acto representa, ficou ainda a sensação de riqueza espiritual e de incentivo para seguir o exemplo. Pois se, de facto, a experiência humana é fonte imcomparável de conhecimento, o percurso de vida de sessenta anos dados à Igreja, quarenta e sete dos quais vividos em Guimarães, no serviço de Deus e dos irmãos, constitui um valiosíssimo património.
Como em ritmo apelativo de trecho musical, com altos e baixos, isto é, com tantas marcas que acompanham a vida sacerdotal e missionária, porque imersa nas realidades temporais, o Padre Peres disse que valeu a pena deixar a família aos doze anos para a reencontrar fisicamente já “homem de Deus” e não fugir aos constantes desafios que se nos colocam, ainda os mais difíceis e complicados. Por isso ele insistiu na necessidade premente de apostar e/ou recuperar a família como alfobre de valores e esperança para o mundo.
O arcipreste, Padre Armando Luís de Freitas, numa palavra final, quis deixar a expressão do apreço e gratidão ao Padre Peres e a toda a Comunidade dos Redentoristas pela dedicação e colaboração na vida apostólica e pastoral do arciprestado de Guimarães e Vizela.
Lima de Carvalho

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