Arquivo: Edição de 28-01-2011

SECÇÃO: Generalidades

Cavaco Silva

Presidente

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 23 de Janeiro de 2011 fica na história da nossa vida colectiva como data memorável: Aníbal António Cavaco Silva foi eleito pelos portugueses para o 2º mandato como supremo magistrado da Nação.
Não seria assim tão propriamente digna de realce esta eleição não fosse um conjunto de circunstâncias que caracterizaram o processo eleitoral 2011. De facto, o momento de crise, em que o País mergulhou, veio dar razão a quantos não se cansam de proclamar que os problemas e dificuldades não se situam apenas na falta de pão, de emprego e no mal-estar generalizado. Efectivamente veio ao de cima a falta de valores: pelo lado dos outros candidatos com maior ou menor contundência, foi dado o espectáculo triste do ataque pessoal, deixando a impressão de que o importante era abater o adversário e ainda presidente da República a qualquer preço; da parte do eleitorado, ficou a sensação de descrença e irresponsabilidade da maioria que pura e simplesmente optou pela abstenção.
O aspecto positivo e animador está na atitude de todos aqueles que não enjeitaram as suas responsabilidades e cumpriram o dever  de votar. E 2.230.104-52,94% dos votantes – escolheram Cavaco Silva.
Na hora da celebração da vitória, Cavaco Silva reafirmou que em causa estaria sempre Portugal e o bem de todos os portugueses e que não deixaria de exercer todos os poderes que a Constituição lhe confere.
É tempo, agora, de todos contribuírem para que se inicie um tempo de serenidade e esforço colectivo para que a acção do Presidente da República esteja sempre na linha dos verdadeiros valores e do progresso.
E isto passa também e sobretudo pela preparação e escolha daqueles que fazem as leis e as executam.
Em boa verdade, temos razões para sentirmos avivada a esperança dum futuro melhor.
Lima de Carvalho

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