Arquivo: Edição de 13-02-2009

SECÇÃO: Informação Religiosa

Liberdade Religiosa no Mundo

A Fundação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) acaba de editar e distribuir o relatório 2008 sobre a Liberdade Religiosa no Mundo.
Segundo os responsáveis desta Fundação dependente da Santa Sé, presidiu à elaboração deste documento a intenção de retratar a situação difícil em que vivem muitas pessoas, tanto cristãos, como crentes de outras religiões.
Uma preocupação especial vai para a situação dos cristãos que sofrem privações, humilhações e perseguições por causa da sua fé.

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Alguns dados referidos na nota que acompanha o relatório:

No Médio Oriente, os cristãos correm o risco de desaparecer. D. Antoine Audo, bispo dos católicos caldeus em Alepo (Síria), esteve recentemente em Portugal e confirmou que há um verdadeiro êxodo de cristãos.
As pessoas temem as “tendências fundamentalistas que fazem tudo para levar os cristãos a partir”. Só no Iraque, metade dos cristãos (três por cento de 25 milhões de habitantes) deixou o país nos últimos anos. Em todo o Médio Oriente, os actuais 12 milhões de cristãos poderão ficar reduzidos apenas a metade daqui a uma década.
A Índia foi palco de uma violência indescritível e injustificada. Os cristãos foram as principais vítimas dos ataques e tiveram de fugir. Hoje vivem em campos de refugiados.
No fim do ano passado, após esta série de acontecimentos dramáticos que não chegaram a chocar o mundo nem a chamar a atenção dos principais meios de comunicação social do Ocidente, os bispos da Índia enviaram uma carta comovente para expressar solidariedade e homenagear “aqueles ir-mãos e irmãs que perderam as suas vidas por causa da fé”.
«Inclinamo-nos humildemente perante a vossa forte adesão à fé e a vossa confiança em Jesus Cristo, nosso Salvador e Senhor.
Inclinamo-nos perante a vossa coragem na hora de enfrentar todo o género de humilhações, provas e até perseguições por causa da fé».

Na República Democrática do Congo as pessoas não vivem melhor. Uma guerra injusta e cruel, que já dura há décadas, obrigou milhares de pessoas a procurarem refúgio e comida nos campos de refugiados das Nações Unidas. Esta tragédia esquecida obrigou a Conferência Episcopal do Congo a denunciar as atrocidades cometidas e a inércia da comunidade internacional em pôr cobro a um autêntico “genocídio silencioso”.
Com o intuito de ajudar os refugiados do Congo, a Fundação AIS acabou de lançar uma campanha com o mesmo nome “Genocídio Silencioso na República Democrática do Congo”.

Como fazer um donativo
Através do seu donativo poderá ajudar qualquer um dos projectos ou campanhas apoiadas pela Fundação AIS. Basta enviar o seu donativo através de cheque ou vale postal passado à ordem da Fundação AIS ou através de uma transferência bancária para o NIB 0032.010900200029160.73 do Banco Barclays.
Poderá também ajudar os Sacerdotes mais carenciados através do envio de Estipêndios de Missa (7,50 euros por cada MISSA ou 350,00 euros por cada TRIÉNIO GREGORIANO; se este valor for superior ao da sua Paróquia, fica ao seu critério o Estipêndio a enviar).

Benefícios Fiscais
A Fundação AIS é uma Instituição Particular de Solidariedade Social de utilidade pública por Declaração de 28 de Agosto de 2000, publicada no Diário da República, de 26 de Novembro de 2001. N.° 274, III Série.
Os donativos feitos à Fundação AIS são dedutíveis em sede de IRS nos termos do artigo 56-E, n.° 2 e em termos de IRC nos termos do artigo 56 – D, n.° 3, alínea a) dos Estatutos dos Benefícios Fiscais.
Pode atribuir à Fundação AIS 0,5% dos seus impostos, de acordo com a Lei da Liberdade Religiosa, Decreto Lei 16/2001, Diário da República n.° 143, I Série A de 22 de Junho, preenchendo o Campo 901 do Quadro 9 do Anexo H da seguinte maneira:
Denominação: Fundação Ajuda à Igreja que Sofre
NIPC: 505 152 304

Precisamos de si
Sempre que lançamos uma campanha, precisamos de benfeitores, mas principalmente de pessoas que rezem connosco, por estas pessoas e necessidades.
Cada um de nós é convidado a ser um colaborador da Fundação AIS.
Colaborar é ajudar. No seu prédio, na sua rua, na sua terra, no emprego, na escola, no mercado, todos podemos ajudar a divulgar a Fundação.
Pedimos-lhe ajuda para ajudar.

Para mais informações, contacte a Fundação AIS e ser-lhe-á enviada documentação gratuita.

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