Arquivo: Edição de 30-01-2009

SECÇÃO: Generalidades

Pensamentos do Meu Arquivo (Fim)

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Deus, não os homens, é a medida de todas as coisas.

O paradoxo da futurologia é que, por um lado, é impossível prever o futuro e, por outro, é vital fazê-lo.

Trabalha como se não necessitasses de dinheiro; ama como se nunca te tivessem ferido; dança como se ninguém te estivesse a ver.

Vive-se num mundo tão arrogante, conspurcado, desconfiado, que, até para se fazer o Bem, é necessário pensar bem.

Quem é bom, começa e acaba a tempo e horas; quem ama, começa por não acabar de bem ajudar.
O cão que não pára é aquele que caça os coelhos.

Não há Tempo de Antena nos partidos políticos que consiga igualar o tempo de antena gasto pela rádio Renascença na campanha contra a fome em Portugal, neste Natal de dois mil e oito.

A felicidade é um trajecto, não é um destino.

O erro mais comum de todos os homens de Estado é acreditarem com cega certeza que existe, em cada momento, uma solução para todos os problemas. Portugal, a partir da 3.ª República, bem se pode queixar de tal cegueira.
A verdade, é que não há melhor momento para ser feliz que agora mesmo.
Actuai como homens livres, não como aqueles que fazem da liberdade um pretexto para a maldade, mas como amigos de Deus.
P.S. Com o presente trabalho, termina-se uma série de Pensamentos aqui publicados, num total de trezentos, que muita força me deram para uma forma mais livre de pensar. Por isso, sentir-me-ei eternamente grato e em dívida, se, um dia houve um leitor que tenha tirado algum proveito dos “pensamentos do meu arquivo”.

Artur Soares

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