Arquivo: Edição de 30-01-2009

SECÇÃO: Região

Centro Cultural Vila Flor

Ópera Amor de Perdição em Guimarães
Amanhã, dia 31, sobe ao palco do grande Auditório do Centro Cultural Vila Flor a Ópera “Amor de Perdição”, de João Arroyo, uma ópera em três actos, com libreto de Francisco Bernardo Braga. Baseada no romance homónimo de Camilo de Castelo Branco, escrito em 1861 e apontado como a obra-prima do romantismo em Portugal, a obra lírica reconstitui a história de amor proibido que deixou um marco na literatura portuguesa. A versão portuguesa do libreto, originalmente escrito em italiano, é da responsabilidade de Maria João Braga Santos (1.° e 2.° actos) e de Alexandre Delgado (3.° acto).
Apresentada pela primeira vez no Real Theatro de S. Carlos, na noite de 2 de Março de 1907, “Amor de Perdição” revelou-se um dos maiores, senão o maior, êxito de toda a história do teatro português, noticiado em todos os jornais de Lisboa e Porto, merecendo inclusive reportagens radiofónicas em directo.
Cem anos depois, “Amor de Perdição” é novamente devolvida aos palcos. Nesta reposição, que o Centro Cultural Vila Flor agora apresenta, contam-se grandes nomes do universo lírico português, com direcção musical do maestro António Saiote, coordenação artística de António Salgado e encenação de Marcos Barbosa.


Mostra Colectiva de Jovens Artistas
Está patente ao público desde 24 de Janeiro e até 11 de Abril próximo, uma Mostra Colectiva de doze jovens artistas. A Mostra é fruto de uma parceria entre o CCVF e a ESAP. Os jovens artistas: Carlos Lobo, Cristiano Castro, Engrácia Cardoso, Fúlvio Mendes, Jorge de Magalhães, José Emílio Barbosa, Luís Ribeiro, Max Fernandes, Nuno Florêncio, José Almeida Pereira, Mauro Cerqueira e Nuno Machado - que nasceram ou estudaram em Guimarães - expõem o seu trabalho no Centro Cultural Vila Flor e a exposição surge como desafio para o grupo de jovens autores, estimulando-os a participar numa apresentação conjunta de trabalhos, encarando o sentido de contemporaneidade como processo constante de renovação e representação do objecto artístico.
 Para além das visitas guiadas à exposição que se realizam diariamente, de terça a sexta-feira, são propostas duas oficinas para o público escolar, em que os participantes terão a oportunidade de fazer um trabalho de criação a partir das suas concepções pessoais e de imagens já existentes sobre a cidade onde habitam, Guimarães.

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