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Arquivo: Edição de 30-12-2005

Mensagem para o Dia Mundial da Paz - «Na Verdade, a Paz»
Com a tradicional Mensagem para o Dia Mundial da Paz, ao início do ano novo, desejo fazer chegar afectuosos votos a todos os homens e mulheres da terra, e de modo particular a quantos sofrem por causa da violência e dos conflitos armados. São votos repletos de esperança por um mundo mais sereno, onde cresça o número daqueles que, individual ou comunitariamente, se empenham a percorrer os caminhos da justiça e da paz.

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Desde já gostaria de prestar um sincero tributo de gratidão a meus predecessores, os grandes Pontífices Paulo VI e João Paulo II, clarividentes obreiros da paz. Animados pelo espírito das Bem-aventuranças, souberam ler, nos numerosos acontecimentos históricos que marcaram os respectivos pontificados, a intervenção providencial de Deus que jamais Se esquece da sorte do género humano. Repetidas vezes, como infatigáveis mensageiros do Evangelho, convidaram toda a pessoa a recomeçar de Deus para se conseguir promover uma convivência pacífica em todas as regiões da terra. É na esteira deste nobilíssimo ensinamento que se coloca a minha primeira Mensagem para o Dia Mundial da Paz: através dela, desejo uma vez mais reiterar a firme vontade da Santa Sé de continuar a servir a causa da paz. O próprio nome – Bento – que escolhi no dia da eleição para a Cátedra de Pedro, pretende indicar o meu convicto empenho a favor da paz. De facto, com ele quis fazer alusão seja ao Santo Patrono da Europa, inspirador de uma civilização pacificadora no Continente inteiro, seja ao Papa Bento XV, que condenou a I Guerra Mundial como um «inútil massacre» empenhando-se para que fossem reconhecidas por todos as razões superiores da paz.
O tema de reflexão deste ano – «Na verdade, a paz» – exprime esta convicção: sempre que o homem se deixa iluminar pelo esplendor da verdade, empreende quase naturalmente o caminho da paz. A constituição pastoral Gaudium et Spes do Concílio Ecuménico Vaticano II, concluído há 40 anos, afirma que a humanidade não conseguirá «construir um mundo mais humano para todos os homens, a não ser que todos se orientem com espírito renovado para a verdade da paz». Mas que significados pretende sugerir a expressão «verdade da paz»? Para se responder de maneira adequada a tal questão, é preciso ter em conta que a paz não pode ser reduzida a simples ausência de conflitos armados, mas tem de ser entendida como «um fruto da ordem que o divino Criador estabeleceu para a sociedade humana», uma ordem «que deve ser realizada pelos homens, sempre anelantes por uma mais perfeita justiça». Enquanto resultado duma ordem planeada e querida pelo amor de Deus, a paz possui uma intrínseca e irresistível verdade própria e corresponde «a um anseio e a uma esperança que vivem indestrutíveis em nós».

Sócia honorária do Lar de Santo António
D. Maria Manuela de Melo Costa
Em 25 de Março de 1983, em pleno processo de recuperação e adaptação da Casa do Salgueiral, surge uma mulher D. Maria Manuela de Melo Costa para presidir aos destinos da instituição. Eleita no pleno sentido da palavra, porque escolhida em votação, mas também pelas suas virtudes e qualidades. A ela se deve em grande parte, o alto nível que atingiu o Lar de Santo António.

Movimento de Trabalhadores Cristãos
LOC/MTC - Diocese de Braga
“Não tenhais medo…”
(Lucas 2,10)
O Deus-Menino nasce neste
Natal para nos educar na coragem

É urgente substituir a cultura do medo pela cultura da coragem e podemos fazê-lo na prática da Revisão de Vida Operária: lucidez no VER as causas, não saltando no escuro; fé no JULGAR os problemas cruciais da vida humana para persistir nos nossos ideias; audácia no AGIR, com a alma e com o coração, empenhando a vida e não só as palavras.

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